No Piauí, presidenciável Flávio Rocha defende reformas e privatizações

    O pré-candidato à presidência da República, Flávio Rocha (PRB), defendeu as reformas para alavancar a economia do país.  Ele concedeu entrevista nesta quarta-feira (09) ao Notícia da Manhã, da TV Cidade Verde.  O presidenciável também destacou que somente a privatização poderá salvar a Petrobras, ou seja, a desestatização da empresa de energia no Brasil. Outro tema comentando por Flávio Rocha foi o crescimento econômico, a geração de empregos e o combate a “burocracia asfixiante”.

    Emprego

    “Nós sabemos que no Brasil mais fácil que gerar emprego é impedir que o destruam. Existe uma burocracia asfixiante com o dinheiro público que destrói massivamente o emprego tornando o Brasil um país hostil ao investimento, ao empreendedorismo. (…) O Estado deixou-se contaminar com essa burocracia tóxica que atrapalha o elo mais frágil que é o trabalhador. Quando você resolve o problema fundamental do emprego você resolve a educação, a saúde, a justiça, a segurança, fortalece a família”, comentou o presidenciável.

    Previdência 

    Sobre a Reforma da Previdência, ele comentou que “é ingovernável o Brasil” sem ela. “Talvez, a fragilidade política do governo hoje impede de tocar no real problema, que não é os 32 milhão de aposentados que ganham em média um salário mínimo, é um milhão de superaposentadorias, é uma pequena fração, 3% dos aposentados, mas que geram 75% do rombo no déficit, e isso o governo tem muito medo de tocar: as superaposentadorias”.

    Economia 

    Flávio Rocha também defendeu que é preciso destravar a economia. Ele também citou que dará encaminhamento a reforma trabalhista e a reforma tributária, além da reforma do Estado. “Sociedade é sinônimo de economia livre”, disse.

    Privatização

    “Só privatizando”, afirmou Flávio Rocha ao ser questionando sobre a atuação situação da Petrobras.

    “Quando eu digo que tem governo demais onde se não precisa e governo de menos onde se precisa, eu me refiro a Petrobras, aos Correios, aos bancos estatais”.  Ele ressaltou que o maior rombo não é apenas na Petrobras, mas nos usuários que dependem dela como o pagamento de uma das gasolinas mais caras do mundo.

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