Repartições públicas terão apenas 30% dos servidores e funcionamento em horário limitado

Nesta segunda-feira (10), o atendimento presencial ao público será retomado nos órgãos estaduais. Porém, é preciso ficar atendo a algumas restrições no funcionamento. Diante da realidade da pandemia do coronavírus, os órgãos seguirão protocolos de segurança.

No primeiro momento da retomada, as repartições devem contar com 30% dos servidores trabalhando presencialmente das 7h30 às 13h30. O governo avalia que uma possibilidade de mudança no protocolo deverá ser avaliada e aplicada a partir do dia 31 de agosto.

Com a mudança, os órgãos terão servidores em trabalho presencial, cumprindo escalas de revezamento combinado ao home-office e mantendo as pessoas do grupo de risco afastadas do ambiente de trabalho. As medidas estão regulamentadas na portaria conjunta nº002/2020.

 “Estamos preparando uma retomada organizada e gradual, tomando todas as medidas de segurança que o momento exige. Manteremos o rodízio e o trabalho remoto para quem for do grupo de risco, como estamos fazendo desde o início da pandemia para garantir o atendimento à população que procura os serviços do Estado. À medida que as condições epidemiológicas permitirem, vamos aumentando o efetivo de servidores em trabalho presencial”, explicou a secretária de Estado da Administração e Previdência, Ariane Benigno.

Principais recomendações

Dentre as medidas previstas no protocolo higienicossanitário estão o uso obrigatório de máscara, controle de acesso às dependências dos órgãos, readequação do espaço físico para garantir o distanciamento mínimo de 2m. Há o reforço da rotina de limpeza, instalação de dispensadores de álcool 70% nos corredores e o aumento nos cuidados em relação às refeições e compartilhamento de objetos.

“Adotaremos medidas rígidas de distanciamento e de controle de acesso às repartições. As pessoas devem continuar dando preferência aos canais virtuais de atendimento e, caso realmente precisem ir, sigam as recomendações inclusas nos cartazes de alerta afixados nas dependências dos órgãos”, reforçou Ariane Benigno.

Lídia Brito

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