Expectativa de vida no Piauí aumenta mais de dois meses em um ano

Uma pessoa nascida no Piauí, em 2016, tinha a expectativa de viver, em média, até 71 anos, 1 mês e 6 dias.  Isso representa um aumento de 2 meses e 11 dias a mais do que para uma pessoa nascida em 2015.

A informação foi divulgada nesta sexta-feira (1), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). No resultado referente a 2015, divulgado no ano passado, a expectativa de vida ao nascer no Piauí era de 70,9 anos. Agora é de 71,1 anos.

A expectativa do Brasil é 75,8 anos, ou 75 anos, nove meses e sete dias. Isso representa um aumento de três meses e 11 dias a mais do que para uma pessoa nascida em 2015.

Entre as Unidades da Federação, a maior expectativa de vida foi encontrada em Santa Catarina, 79,1 anos, e a menor no Maranhão, 70,6 anos. O Piauí tem a segunda menor.

Probabilidade de completar o 1º ano de vida

A probabilidade de um recém-nascido no Piauí não completar o primeiro ano de vida era de 19,1 a cada mil nascimentos em 2016. Nesse quesito, o Piauí está em situação melhor que os Estados do Alagoas (19,5); Rondônia (20,0); Maranhão (21,3) e Amapá (23,2).

Na média nacional, a probabilidade de um recém-nascido não completar o primeiro ano de vida era de 13,3 a cada mil nascimentos, em 2016.

Mulheres vivem mais

Os homens piauienses têm uma expectativa de vida de 66,9 anos; enquanto para as mulheres, a esperança ao nascer é de 75,3 anos. A diferença entre os dois sexos é de 8,4 anos a favor das mulheres, ou oito anos e quase 5 meses a mais.

Em relação aos homens, a expectativa do Piauí está empatada com os Estados do Alagoas (66,9) e Maranhão (66,9), em último lugar do ranking. Ou seja, os homens desses três Estados vivem menos que os homens nascidos em outras partes do país. Nacionalmente, a esperança de vida ao nascer é de 72,2 anos para eles.

Em relação às mulheres, a expectativa do Piauí é melhor que a registrada em Rondônia (75,0), Maranhão (74,5) e Roraima (74,3).

Segundo a análise do IBGE, os maiores diferenciais de mortalidade por sexo refletem os altos níveis de mortalidade de jovens e adultos jovens por causas violentas, que incidem diretamente na população masculina. A maior diferença entre as expectativas de vida de homens e mulheres foi no Estado de Alagoas, 9,5 anos a favor das mulheres, seguido da Bahia, 9,2 anos e Sergipe e Piauí, 8,4 anos.

Vida após os 65 

Os brasileiros que chegam aos 65 anos vivem, em média, mais 18 ano e meio, chegando a 83 anos e seis meses de idade. É o que mostra a pesquisa do IBGE.

Nesse aspecto também há diferenças entre homens e mulheres. Elas vivem vivem mais 20 anos, em média, e eles 16,8. Elas chegam a 85 anos e eles aos 81,8 anos.

Os piauienses que chegam aos 65 anos vivem, em média, 16,2 anos a mais, chegando aos 81,2 anos. As mulheres piauienses que chegam aos 65 anos vive, em média, 17,7 anos a mais e os homens 14,6 anos a mais. Elas chegam aos 82,7 e eles aos 79,6.

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